As pessoas tem mania de sair julgando, rotulando por aí, e no fim, não dão a mínima pro que eu realmente sou.
Tá. birrenta, chata e um poço de alegria eu nunca neguei. E é claro, bipolar às vezes (não é por mal, é que a mesmice me cansa, sabe?) mas daí a querer me dar outros adjetivos que previamente não combinam comigo é querer que eu pareça uma pessoa que não sou e que se for parar pra analisar bem, eu nunca serei.
Sei ser forte com pedra, mas sabe aquela história de que água mole em pedra dura... Então.
Não escrevo aquilo que eu falo, mas aquilo que eu sinto e nem sempre consigo expressar verbalmente.
Realmente, às vezes pareço um papagaio e gostar de rosa e coisinhas fofas não me faz uma pessoa fútil. Amo aconselhar os que estão precisando disso e até hoje me pergunto porque diabos sou pedagoga e não psicologa! Tenho uma criatividade incansável que não sei se uma sala com pessoas chorando suas mágoas me fariam bem por mais de uma semana. Hiperativa nata, preciso de perder o folêgo pelo menos uma vez ao dia, nem que seja me afogando na pia do banheiro ao lavar o rosto. Jamais quero me casar, não me vejo namorando e tenho cíumes de algumas coisas na mesma intensidade do meu orgulho. Mas sei ser discreta. Já fui chamada de fria, insensível, monstro, estrategista, calculista e coração de pedra, de gelo.
Mas sabe, isso é tudo mentira!
Acredito sim no amor pra vida toda, assisto filme brega todos os dias, suspiro no fim e músiquinha mela cueca nem preciso contar, essas me derretem toda.
E cá pra nós. Gelo? uma hora derrete, né?

Nenhum comentário:
Postar um comentário