Tá, admito! Morro de medo de olhar pro teu sorriso e custo admitir que sinto um friozinho na barriga só de ouvir teu nome. Sabe, você nunca se deu conta disso, mas basta eu pensar em você pra eu lembrar de que nunca, jamais alguém conseguiu mexer comigo do jeito que você consegue.
Basta eu olhar uma foto, lembrar de um momento pra eu perceber que coisas assim infelizmente não se escolhem. Elas simplesmente acontecem. Porque é no seu jeito largado e na sua chatice diária que eu encontro motivos pra me pegar sorrindo, quieta, sozinha na minha cama. É quando eu vejo que na rádio tá passando o programa “Love Songs” que eu me pego lembrando de você de novo, porque eu sei que você gosta, e despercebida, começo a rir novamente. E em meio a tantas lembranças eu acabo percebendo que não, eu não lembro de você. Não dá pra lembrar de quem nunca se esqueceu, e eu nunca, nunquinha deixei de me atentar a um detalhe se quer e todas as vezes eu ligava alguma coisa à você!
Foi sempre assim, justamente com você foi sempre assim! Frio na barriga, sorriso involuntário, choro incontido, momentos únicos, brincadeiras bobas, borboletas no estomago... Tudo assim, com você foi sempre assim.
Sinto vontades que nunca senti, sinto saudade, ansiedade de te ver, de rir com você, de beijar você... E sinto que vai ser assim, hoje sinto essa saudade, e daqui a pouco, e amanhã e depois e depois e depois...

PERFEITO, sem mais :*
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